'Nada ameniza a saudade', diz irmã de jornalista após condenação dos assassinos em Curitiba

  • 22/01/2026
(Foto: Reprodução)
Vídeo mostra suspeito chegando na casa de jornalista antes de matá-lo em Curitiba A notícia da condenação dos assassinos do jornalista Cristiano Luiz Freitas chegou para a família da vítima como um exemplo de justiça. "A Justiça foi célere e esperamos que seja eficaz, mantendo-os afastados do convívio social por muito tempo! Nada ameniza a saudade e a falta que sentimos de nosso amado irmão, mas traz conforto saber que esses assassinos não continuarão a atormentar a sociedade", publicou Heloisa Camara, irmã do jornalista, em uma rede social. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp O jornalista foi assassinado em março de 2025. Ele foi encontrado morto dentro da própria casa, com as mãos amarradas e amordaçado com uma fita. Nesta semana, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) condenou Jhonatan Barros Cardoso e Alisson Henrique de Cristo Gonçalves pelo crime de extorsão com resultado morte. A Justiça fixou a pena de Alisson em 40 anos de prisão, e de Jhonatan a 37 anos, 9 meses e 10 dias de prisão. Eles poderão recorrer da sentença, mas em regime fechado. O g1 não identificou a defesa dos dois. Ao g1, Heloisa contou detalhes da personalidade do irmão, que às vezes renunciava a si próprio em gentileza ao próximo. "O Cris era um menino grande, doce, amava os animais, cuidou de nossos pais com muito carinho. Abdicou da alçar novos voos na carreira para cuidar deles", afirmou. Cristiano Luiz Freitas foi encontrado morto em Curitiba Redes Sociais Cristiano se formou na PUC-PR em 1999 e era especialista em Cinema pela Universidade Tuiuti do Paraná. Ao longo da carreira, ele teve experiências na produção de conteúdo para veículos impressos, televisão, rádio e plataformas digitais. O profissional se destacava com projetos voltados para o público infantojuvenil e foi responsável pela formação de dezenas de repórteres mirins enquanto atuava no jornal Gazeta do Povo. Depois do falecimento dos pais – o pai em 2009 e a mãe em 2024 – Cristiano estava retomando as atividades na comunicação. "Estava retomando a carreira e a vida... Deixou um legado com os repórteres mirins da Gazetinha, com os milhares de artigos publicados, na produção cultural e outros. Era um ser de luz!", descreveu a irmã. LEIA TAMBÉM: Vídeo: Ex-jogador Perdigão, campeão mundial pelo Inter, é agredido por policial após partida de futebol Recuperação: Advogada recebe alta hospitalar 3 meses após salvar família de incêndio em apartamento Saúde: Mãe em coma apresenta primeira reação após filho pedir sinal Relembre o crime Jornalista foi encontrado morto dentro da própria casa RPC Cristiano foi encontrado por vizinhos que entraram na residência depois de ver um carro saindo do local e deixando o portão da casa aberto. Momentos antes, vizinhos ouviram gritos e acionaram a Polícia Militar (PM-PR) acreditando que se tratava de uma ocorrência de violência doméstica. Depois do crime, os dois suspeitos fugiram. Jhonatan Barros Cardoso, de 27 anos, foi detido dois dias após o caso. Cerca de um mês e meio depois, Alisson Henrique de Cristo Gonçalves, de 29 anos, também foi preso. As investigações apontaram que Cristiano conheceu Jhonatan em um aplicativo de relacionamento, e os dois combinaram um encontro na casa do jornalista. Câmeras de segurança registraram o criminoso chegando no local. Nas imagens é possível observar um carro prata, conduzido por Jhonatan, chegando à residência. O portão se abre, e o veículo estaciona na garagem. Em seguida, o suspeito desce do veículo e entra na casa. Cerca de dez minutos depois, o portão se abre novamente e é possível ver Jhonatan entrando no carro e fugindo. Segundo a polícia, o homem tinha passagens anteriores pelos crimes de roubo e extorsão contra pelo menos seis vítimas. Conforme as investigações, Jhonatan marcava encontros por aplicativo e depois fazia ameaças, com uso de arma de fogo, para que as vítimas efetuassem transações via pix. Antes do crime que vitimou Cristiano, Jhonatan chegou a ser preso em agosto de 2024, mas foi solto no início de 2025. Veja detalhes sobre a ficha criminal do suspeito Jhonatan Barros Cardoso, suspeito de assassinar jornalista em Curitiba Redes Sociais VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

FONTE: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2026/01/22/nada-ameniza-a-saudade-diz-irma-de-jornalista-apos-condenacao-curitiba.ghtml


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